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Cidades Mortas ❴Reading❵ ➶ Cidades Mortas Author Monteiro Lobato – Buyprobolan50.co.uk Publicado em , re ne contos, entre escritos de juventude e textos posteriores Neles, Monteiro Lobato retrata, de forma cr tica e bem humorada, os costumes provincianos dos povoados do interior do Bra Publicado em , re necontos, entre escritos de juventude e textos posteriores Neles, Monteiro Lobato retrata, de forma cr tica e bem humorada, os costumes provincianos dos povoados do interior do Brasil, relegados decad ncia ap s um passado de prosperidade promovido pela cultura do caf.


10 thoughts on “Cidades Mortas

  1. Rita Rita says:

    Cidades Mortas composto por 25 contos que retratam a decad ncia, ap s o decl nio do cultivo do caf , das cidades do Vale do Para ba Tal como em Negrinha e Urup s a ironia e a cr tica social continuam bem presentes e afiadas.No conto de abertura, Cidades Mortas, e que d o nome colect nea, Monteiro Lobato d o tom e retrata aquele cen rio ondeAli tudo foi, nada N o se conjugam verbos no presente Tudo pret rito.Umas tantas cidades moribundas arrastam um viver decr pito, gasto em chora Cidades Mortas composto por 25 contos que retratam a decad ncia, ap s o decl nio do cultivo do caf , das cidades do Vale do Para ba Tal como em Negrinha e Urup s a ironia e a cr tica social continuam bem presentes e afiadas.No conto de abertura, Cidades Mortas, e que d o nome colect nea, Monteiro Lobato d o tom e retrata aquele cen rio ondeAli tudo foi, nada N o se conjugam verbos no presente Tudo pret rito.Umas tantas cidades moribundas arrastam um viver decr pito, gasto em chorar na mesquinhez de hoje as saudosas grandezas de dantes Em A vida em Oblivion mostra como era pat tica a vida na cidade que se contentava em rodar os nicos tr s livros pela popula oOs intelectuais de Oblivion bebiam farta naquela veneranda fonte Em Bernardo abeberavam se de estilo e boa linguagem , conforme afirmou um no Rocambole truncado exercitavam os m sculos da imaginativa e no Paulo de Kock, os eleitos, os Sumos os que sabiam franc s fartavam se da grivoiserie permitida a esp ritos superiores.Essa trindade impressa bastava educa o liter ria da cidade Feliz cidade Se de temer o homem que s conhece um livro, a cidade que s conhece tr s de venerar Venera o, entretanto, que n o vir , porque o mundo desconhece totalmente a pobrezinha da Oblivion


  2. Marcele Marcele says:

    As cr ticas sobre a estagna o econ mica sofrida pelas cidades e pessoas ap s o decl nio da cultura do caf s o bem feitas, mas dif cil ignorar ou aceitar o racismo e preconceito em geral do autor.


  3. Cicero Nogueira Cicero Nogueira says:

    Quando o cara jovem, ele s critica.


  4. Gláucia Renata Gláucia Renata says:

    Publicado em 1919, essa colet nea de contos tem um tema central trazendo como cen rio em muitos deles as cidades fict cias de Itaoca e Oblivion, retrata a estagna o econ mica dessas pequenas comunidades interioranas, na maioria das vezes tendo como causa a mentalidade tacanha de seus habitantes, temerosos das mudan as trazidas pelo progresso.O sarcasmo e a pena afiada de Lobato d o tom ir nico e tragic mico dos relatos nem t o fict cios.Cont m 25 contos.Hist rico de leitura88% 168 de 192 Co Publicado em 1919, essa colet nea de contos tem um tema central trazendo como cen rio em muitos deles as cidades fict cias de Itaoca e Oblivion, retrata a estagna o econ mica dessas pequenas comunidades interioranas, na maioria das vezes tendo como causa a mentalidade tacanha de seus habitantes, temerosos das mudan as trazidas pelo progresso.O sarcasmo e a pena afiada de Lobato d o tom ir nico e tragic mico dos relatos nem t o fict cios.Cont m 25 contos.Hist rico de leitura88% 168 de 192 Coronel Ant nio Le o Carneiro Lobo de Souza Guerra, ou simplesmente Nh Gu chegou quele alto posto militar pela raz o estrat gica de colher para mais de dez mil arrobas de caf 17% 32 de 192 A folhinha inventou a algum botic rio do interior para uso de sua cidade aldeia, onde correm os dias t o iguais e parecidos que s por meio dela podemos distinguir uma segunda duma ter a ou quarta feira 7% 13 de 192 Na ro a de Bernardo Guimar es os prados s o amenos, os verg is floridos, os rios caudalosos, as matas viridentes, os p ncaros alt ssimos, os sabi s sonorosos, as rolinhas meigas Nossas desajeitad ssimas caipiras s o sempre lindas nas cor de jambo 4% 7 de 192 A quem em nossa terra percorre tais e tais zonas, vivas outrora, hoje mortas, ou em via disso, tolhidas de insan vel caquexia, uma verdade, que um desconsolo, ressurte de tantas ru nas nosso progresso n made e sujeito a paralisias s bitas


  5. Jefferson Costa Jefferson Costa says:

    Livro de Contos de Monteiro Lobato que retrata o modo de vida das cidades que sofreram com a decad ncia do caf no final do s culo XIX e in cio do s culo XX O livro propicia um estudo do modo de vida do pa s logo ap s o decl nio das atividades cafeeiras, dando uma id ia do caos que foi gerado em todos os mbitos sociais e pol ticos.O linguajar do livro bastante rico e por muitas vezes h de se recorrer ao dicion rio para decifr lo Em alguns contos a leitura flui por m em outros faz se neces Livro de Contos de Monteiro Lobato que retrata o modo de vida das cidades que sofreram com a decad ncia do caf no final do s culo XIX e in cio do s culo XX O livro propicia um estudo do modo de vida do pa s logo ap s o decl nio das atividades cafeeiras, dando uma id ia do caos que foi gerado em todos os mbitos sociais e pol ticos.O linguajar do livro bastante rico e por muitas vezes h de se recorrer ao dicion rio para decifr lo Em alguns contos a leitura flui por m em outros faz se necess rio um olhar mais minucioso Meus contos preferidos Cidades Mortas de 1906,O f gado indiscreto de 1904 e Caf Caf de 1900


  6. Carlos Hugo Winckler Godinho Carlos Hugo Winckler Godinho says:

    Os contos da metade para o fim me cativaram mais do que os outros, apesar de serem estes primeiros os que tem mais coer ncia entre si e que est o mais ligados ao nome da colet nea Achei sensacional o Caf , Caf at pela minha proximidade com o tema Tamb m o ltimo foi bastante interessante por ter rela o com uma pol mica recente levantada a respeito da nossa dieta e como prejudicamos os animais Falando em animais, destaco por ltimo o conto sobre o Chimpanz que bate a cabe a e sua rela o Os contos da metade para o fim me cativaram mais do que os outros, apesar de serem estes primeiros os que tem mais coer ncia entre si e que est o mais ligados ao nome da colet nea Achei sensacional o Caf , Caf at pela minha proximidade com o tema Tamb m o ltimo foi bastante interessante por ter rela o com uma pol mica recente levantada a respeito da nossa dieta e como prejudicamos os animais Falando em animais, destaco por ltimo o conto sobre o Chimpanz que bate a cabe a e sua rela o com Deus


  7. Laura Laura says:

    Monteiro Lobato descreve neste conto o marasmo que observou durante suas andan as pelo interior do Brasil durante a decad ncia do ciclo do caf O autor faz uma an lise cr tica e relata como as cidades ficaram abandonadas depois que onda verde dos cafezais migrou rumo a solos mais f rteis O conto deu t tulo ao livro, lan ado em 1919.


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